"Que raiva! Eu tinha raiva de mim mesmo, como podia eu ter feito e o pior continuar fazendo escolhas tão erradas, substituindo o indispensável pelo prazer momentâneo de outras coisas? Comecei a pedir ao meu amigo que ele me desse mais paixão por ele, mais amor... mas o tempo passava e eu não sentia mais desejo de ficar um tempo com ele conversando a sós, como costumávamos fazer. Eu queria querê-lo, eu queria, ou não queria? Será que eu queria mesmo me apaixonar denovo por nossa amizade, ou eu só queria que fosse mais fácil, que sem nenhuma disposição eu tivesse aquilo que racionalmente eu sabia que era o melhor? Eu estava perdido, não tinha poder para mudar aquela situação. Não tinha como fazer crescer em mim um desejo por ele novamente, estava em crise, inconformado e revoltado, mas sobretudo desesperado, pois eu havia perdido o que já havia encontrado.
Foi então que algo desprovido de qualquer lógica aconteceu. Sem nenhum motivo aparente ele me deu vontade de conversar, e mais do que isso, vontade de ouví-lo. Mas eu estava emvolto em tantas outras coisas que me era mais fácil e tentador negá-lo. Quando ele vinha ao meu encontro falar comigo, eu o ignorava, e ía fazer outras coisas, coisas tão sem sentido quanto minha atitude. Mas ele insistia, continuava dando passos em minha direção, até que um dia eu topei. Disse 'tá bom, vamos conversar' e mais uma vez o tempo parecia não existir. Minha cabeça estava girando com tudo o que ele falava, com a profundidade do que me dizia, quão o quão verdadeiras eram as palavras que chegavam ao meu coração. Fiquei mais uma vez maravilhado. Eu não merecia, eu me distanciei, e quando ele tantava se aproximar, o ignorei. Ainda assim ele insistiu, e por quê? Eu não entendo. Não faz sentido algum.
Os dias iam se passando e eu já havia acumulado duas grandes dúvidas em minha cabeça. Por que eu era tão burro, conhecendo o quão maravilhoso era estar com ele e ainda assim optar por tantas outras coisas; e por que sem nenhuma razão, sem nenhuma lógica ele insistiu em vir me encontrar, mesmo eu o ignorando?"
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terça-feira, 28 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Crônicas de um procurador 1
"Sou um procurador, não como um profissional, mas como todos as pessoas que procuram por algo. A diferença entre mim para algumas dessas todas é que como outros eu já achei o que procurava. Durante minhas andanças, descobri que havia um mestre que ensinava sobre o amor com amor, e sobre paz com a paz, alguém que vivia cada palavra que falava, e não temia em falar o que pensava. Ele era alguém que de alguma forma estava ligado a algo mais, tinha uma conexão sobrenatural com algo inexplicável. Eu o ví. Me aproximei e comecei com uma dose de curiosidade e duas de receio a ouvir o que ele falava, não que não acreditasse nele, mas já havia julgado mal pessoas antes, já havia gerado expectativas que não puderam ser supridas antes, então preferi ficar com os pés atrás, mas os ouvidos e os olhos atentos. O tempo foi passando, e ele não me frustrava ou decepcionava em nada, o que me foi realmente surpreendente. Como alguém poderia viver daquela forma? O mais curioso é que conforme fui me aproximando comecei a reparar em outras pessoas que também o haviam notado. Elas também notaram que ele era especial e tinha algo diferente, e como eu procuravam saber o que era. E quanto mais nos aproximávamos mais cheios de sas palavras e de sua vida éramos. Quanto mais perto dele mais nos parecíamos. Viví experiências inesquecíveis e ví coisas inexplicáveis. Mudança atrás de mudança, surpresas e mais surpresas e todas eram boas. Resolví me arriscar e me aproximei a onto de deixar minhas preocupações e meus outros afazeres de lado, e fui me aproximando.
Então viví o momento mais magnífico da minha vida, eu havia achado o que sempre procurei, uma luz que não se apagava, uma experiência de vida que enchia completamente o meu coração, que não deixava brecha ou espaço para a solidão ou para a necessidade de aprovação. Eu era quem era, eu; e ele era ele, mais do que tudo o que jamais fui. E descobrí que ele estava sempre ao meu alcance e por mais gente que o procurasse o tempo parecia não existir para ele, e assim ele tinha todo o tempo do mundo para se relacionar individualmente com cada um, ele se doava por completo a mim, e nada era como estar em sua presença. Logo ele já era mais do que um mestre, ele era meu amigo. Ele estava comigo independente de quem eu era, sou e serei. Cada segundo que eu estava com ele era fantástico. Enfim a noite chegara e eu satisfeito completamente contente, dormí.
Não pude evitar de pensar se tudo aquilo não passara de um sonho, mas quando acordei de alguma forma ainda o sentia e sabia que não era sonho algum, apesar de ser muito mais incrível do que qualquer sonho. E os dias se passavam, até que chegou o momento, aquele dia infeliz, ah como fui burro. Eu o conhecia, sabia quem ele era e o quão inexplicável era estar com ele em sua presença, mas sem nenhum motivo aparecete, sem nenhum sentido, eu fiz a opção por outra coisa. Tomei a decisão de viver este dia longe, eu sei, não faz nenhum sentido, e eu só quero saber por quê? Por que é que sabendo o quão expetacular é viver com ele eu tomei a decisão de ficar todo um dia longe de sua presença? E o pior, esse não foi o único dia, se repetiram várias vezes e eu simplesmente não entendo, como eu pudia sem nenhuma explicação viver meus dias de forma apática e tão vazias de significado depois de saber de sua existência? E principalmente, por que sabendo qual era a melhor escolha eu optava tantas vezes pela pior?"
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Então viví o momento mais magnífico da minha vida, eu havia achado o que sempre procurei, uma luz que não se apagava, uma experiência de vida que enchia completamente o meu coração, que não deixava brecha ou espaço para a solidão ou para a necessidade de aprovação. Eu era quem era, eu; e ele era ele, mais do que tudo o que jamais fui. E descobrí que ele estava sempre ao meu alcance e por mais gente que o procurasse o tempo parecia não existir para ele, e assim ele tinha todo o tempo do mundo para se relacionar individualmente com cada um, ele se doava por completo a mim, e nada era como estar em sua presença. Logo ele já era mais do que um mestre, ele era meu amigo. Ele estava comigo independente de quem eu era, sou e serei. Cada segundo que eu estava com ele era fantástico. Enfim a noite chegara e eu satisfeito completamente contente, dormí.
Não pude evitar de pensar se tudo aquilo não passara de um sonho, mas quando acordei de alguma forma ainda o sentia e sabia que não era sonho algum, apesar de ser muito mais incrível do que qualquer sonho. E os dias se passavam, até que chegou o momento, aquele dia infeliz, ah como fui burro. Eu o conhecia, sabia quem ele era e o quão inexplicável era estar com ele em sua presença, mas sem nenhum motivo aparecete, sem nenhum sentido, eu fiz a opção por outra coisa. Tomei a decisão de viver este dia longe, eu sei, não faz nenhum sentido, e eu só quero saber por quê? Por que é que sabendo o quão expetacular é viver com ele eu tomei a decisão de ficar todo um dia longe de sua presença? E o pior, esse não foi o único dia, se repetiram várias vezes e eu simplesmente não entendo, como eu pudia sem nenhuma explicação viver meus dias de forma apática e tão vazias de significado depois de saber de sua existência? E principalmente, por que sabendo qual era a melhor escolha eu optava tantas vezes pela pior?"
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
Sabath
Gente, eu já escrevi posts seguidos, todas as semanas por muito tempo, e acho que já tem material suficiente pra ler, reler, estudar, e praticar aqui no blog, então estou dando um tempo indeterminado, pra eu e vocês voltarmos a refletir em tudo isso que eu já escreví. Logo, logo eu volto a escrever, mas até lá, não deixe de rever meus posts desde o início, tenho certeza que muitos deles ainda têem muito pra abençoar e gerar crescimento, experiência e sabedoria. Além disso também tem muitos blogs aqui na barra ao lado os quais são todos muito bons e vale a pena gastar um tempo lendo cada um deles.
Declaro portanto que entro e espero que vocês também em um tempo de sabath, para descansar e admirar tudo aquilo que já foi feito, dizer que isso é bom e buscar que toda essa teoria vá se tornando prática a cada dia. Bom Sabath a todos vocês ^^
Declaro portanto que entro e espero que vocês também em um tempo de sabath, para descansar e admirar tudo aquilo que já foi feito, dizer que isso é bom e buscar que toda essa teoria vá se tornando prática a cada dia. Bom Sabath a todos vocês ^^
sábado, 11 de julho de 2009
Exemplo e dúvidas
Primeiro, quero me desculpar, devido ao feriado, eu atrasei um pouco esse último post, mas aqui está. Como prometido vou dar um exemplo de conversa do livro e trazer algumas questões. Vamos então...
Obs: diálogo adaptado por mim para encurtar o post...
Ellen: - Então, o que fez você querer trabalhar em uma empresa de computadores em Phoenix?
Michael (autor do livro): - Bem, estou na direção de uma organização sem fins lucrativos que é sediada aqui, e durante algum tempo estive pensando em me mudar para me envolver mais. Então esse emprego veio a calhar.
- Interessante, que tipo de organização?
- É uma organização que ajuda as pessoas a compreender as perspectivas espirituais em assuntos sociais usando as artes. Nós produzimos eventos de todos os tipos, poesia, vídeo, discução aberta e alguns artistas musicais muito ecléticos. É muito divertido e faz pensar.
- E como você se envolveu com isso?
- As coisas espirituai não me interessaram muito durante a maior parte da minha vida. Então há cerca de 9 anos, minha perspectiva mudou completamente. 7 anos depois eu me envolví com essas pessoas.
- Então, o que aconteceu a 9 anos atrás?
- Pode soar um pouco estranho, mas antigamente eu era considerado ateu por definição, até acontecer uma coisa que mudou meu pensamento. Fui desafiado a realmente perseguir a verdade espiritual, e descobrí que minha perspectiva sobre Deus era completamente errada.
- O que aconteceu para mudar seu pensamento?
- Isso é um pouco pessoal, mas fico feliz de partilhar com você realmente quiser saber.
- Sim, gostaria de ouvir, quer dizer, se você não se importar. Você é cristão?
- O que você quer dizer com cristão?
Então a conversa caminhou lentamente até que Ellen perguntasse: "E então, qual sua cren,ca a respeito de Deus agora? O que mudou em você?
E assim ele compartilhou do evangelho.
Agora concluída essa parte dos exemplos, quero falar também sobre algumas outras coisas que são preocupantes quanto ao evangelismo, a primeira é que as vezes com essa história de testemunhar com nossas atitudes e com nossa vida, acabamos nos escondendo nisso e achando que não precisamos falar nada, bem num é bem por aí, temos que testemunhar com a nossa vida sim, mas testemunhar com a vida sobre o que temos falado, temos que falar sim, não por obrigação, mas por prazer, quando conhecemos algo bom, queremos compartilhar daquilo com os outros, queremos divulgar aos nossos amigos. As vezes achamos que não somos capacitados a falar, ou que outros é que devem fazer isso em nosso lugar, mas todos somos chamados a falar, isso é uma missão de todos nós. As vezes achamos também que não temos uma história para contar, mas se Cristo entrou em sua vida, ele te transformou, logo sempre há uma história, a história da transformação. Espero que essa semana de posts encorage você a falar, a testemunhar de Cristo pras pessoas a sua volta.
Obs: diálogo adaptado por mim para encurtar o post...
Ellen: - Então, o que fez você querer trabalhar em uma empresa de computadores em Phoenix?
Michael (autor do livro): - Bem, estou na direção de uma organização sem fins lucrativos que é sediada aqui, e durante algum tempo estive pensando em me mudar para me envolver mais. Então esse emprego veio a calhar.
- Interessante, que tipo de organização?
- É uma organização que ajuda as pessoas a compreender as perspectivas espirituais em assuntos sociais usando as artes. Nós produzimos eventos de todos os tipos, poesia, vídeo, discução aberta e alguns artistas musicais muito ecléticos. É muito divertido e faz pensar.
- E como você se envolveu com isso?
- As coisas espirituai não me interessaram muito durante a maior parte da minha vida. Então há cerca de 9 anos, minha perspectiva mudou completamente. 7 anos depois eu me envolví com essas pessoas.
- Então, o que aconteceu a 9 anos atrás?
- Pode soar um pouco estranho, mas antigamente eu era considerado ateu por definição, até acontecer uma coisa que mudou meu pensamento. Fui desafiado a realmente perseguir a verdade espiritual, e descobrí que minha perspectiva sobre Deus era completamente errada.
- O que aconteceu para mudar seu pensamento?
- Isso é um pouco pessoal, mas fico feliz de partilhar com você realmente quiser saber.
- Sim, gostaria de ouvir, quer dizer, se você não se importar. Você é cristão?
- O que você quer dizer com cristão?
Então a conversa caminhou lentamente até que Ellen perguntasse: "E então, qual sua cren,ca a respeito de Deus agora? O que mudou em você?
E assim ele compartilhou do evangelho.
Agora concluída essa parte dos exemplos, quero falar também sobre algumas outras coisas que são preocupantes quanto ao evangelismo, a primeira é que as vezes com essa história de testemunhar com nossas atitudes e com nossa vida, acabamos nos escondendo nisso e achando que não precisamos falar nada, bem num é bem por aí, temos que testemunhar com a nossa vida sim, mas testemunhar com a vida sobre o que temos falado, temos que falar sim, não por obrigação, mas por prazer, quando conhecemos algo bom, queremos compartilhar daquilo com os outros, queremos divulgar aos nossos amigos. As vezes achamos que não somos capacitados a falar, ou que outros é que devem fazer isso em nosso lugar, mas todos somos chamados a falar, isso é uma missão de todos nós. As vezes achamos também que não temos uma história para contar, mas se Cristo entrou em sua vida, ele te transformou, logo sempre há uma história, a história da transformação. Espero que essa semana de posts encorage você a falar, a testemunhar de Cristo pras pessoas a sua volta.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Quando falar e quando caminhar
Tá, temos que falar de Jesus, e isso é algo que deve fluir naturalmente por um lado, pois deve ser feito com alegria, e por outro com disciplina, não se deixando levar pela influência desse mundo. Mas isso nós já vimos, agora, a verdade é que muitas vezes ficamos com medo. Não sabemos o que falar, ou quando falar e achamos muitas vezes que não somos capazes de fazê-lo.
Esse livro que citei no primeiro post (Permissão para Evangelizar), dá uma perspectiva ótima sobre isso. Como meu pai comentou no post de ontem, Deus já está fazendo sua história com outros, e nós só estamos ligando as histórias umas as outras, mas elas já estão acontecendo. Por isso devemos estar atentos aquilo que Deus está fazendo. Mas ainda assim temos dúvida, muitas vezes não sabemos bem quando Deus está ou não fazendo algo na vida de alguém, e aí, o que fazer?
Primeiro temos que ter consciência de que as vezes vamos ter que correr riscos, mas o que eu achei mais interessante no livro, foi justamente essa questão de receber permissão. Enquanto convivemos com nossos amigos e colegas, nos nossos trabalhos, faculdades e afins, temos muitas oportunidades de falar (Não necessariamente de Jesus, simplesmente de falar). Para saber se temos permissão para falar, criamos deixas nas falas, para que se eles se interessarem eles perguntarem. Por exemplo: Seus amigos estão falando de bebidas, então você diz: "Olha eu não vejo problema em beber não, mas quanto a ficar bêbado, bem, eu até já pensei diferente, mas uma vez me aconteceu uma coisa que mudou minha cabeça, e agora não gosto mais dessa idéia de se embebedar..."
Mesmo que o seu amigo não pergunte na mesma hora, ele ficará com aquilo na cabeça, e provavelmente um dia quando voltar esse assunto ele irá te perguntar. É importante entender que o diálogo continua da mesma forma, e que você não deve enganá-lo, deve continuar a fazer isso até que ele entenda aonda você quer chegar e continue aceitando. Por exemplo continuando nosso diálogo: "Puxa, o que exatamente te aconteceu?" "É que eu achava que a idéia de ficar bêbado deveria ser divertida, se não as pessoas não fariam isso em tudo quanto é festa, mas então conhecí um grupo de pessoas que não faziam isso, eles bebiam, mas nunca a ponto de ficarem bêbadas, então comecei a me aproximar deles, e ví que eles se divertiam demais, mesmo sem isso, e além de tudo não tinham que ser carregados, ou chegar fedendo em casa..." "Que grupo de pessoas?" "São alguns jovens, da nossa idade, que resolveram fazer várias opções diferentes da maioria da nossa sociedade, sempre se reúnem em um lugar, onde conversam sobre suas atitudes, suas alegrias, suas tristezas, e assim um ajuda o outra a passar pelo que têem passado..." "Nossa que lugar é esse?" "É um prédio que fica na rua (x), com a avenida (x), chama comunidade (x), e todas as semanas eles se encontram, mas não é só pelo lugar, eles vivem saindo juntos, durante as semanas eles se divertem, saem pra comer, pra ir no cinema, ou mesmo pra ir na casa um do outro assistir um filme, conversar, dar risada e jogar video game, depois que eu os conheci é que realmente fui entender o por que eles eram tão diferentes..." "E por que que é?" "Eles, conhecem de fato a Deus... não é aquela coisa de religião, só de culto, de sermão. Eles não ficam fingindo serem perfeitos e nem ouvindo um monte de coisas por ouvir, eles realmente falam com Deus, e Deus responde, eles ouvem pregaões sim e lêem a Bíblia, mas não por obrigação, mas porque amam conhecer mais sobre Jesus, e lutam pra viver de uma forma diferente, dessa forma apresentada por Deus, e quando isso acontece realmente vivemos de uma forma muito mais alegre, porque é uma alegria que preenche de fato, não daquelas passageiras que logo você está triste e chateado de novo, buscando outra coisa pra suprir sua tristeza."
Talvez em algum momento da conversa, ele se recuse a continuar ouvindo, e você deve ser sábio e parar então de falar, não temos que impor Jesus as pessoas. Temos que mostrar uma opção diferente, temos que dar a oportunidade de optarem por Jesus. De escolherem a pílula vermelha (Vide os posts do Matriz do blog My Precious).
Amanhã, quero dar um exemplo do livro, e pensar em algumas outras questões.
terça-feira, 7 de julho de 2009
3 Histórias
Tá, temos uma missão, mas como fazê-la? Resolvi hoje escrever sobre 3 Histórias. Evangelismo constitui-se em 3 Histórias. A sua história com Deus. A sua história com seu próximo. E a história de Deus com seu próximo. Vamos aos poucos.
A primeira com a que devemos nos preocupar é mais uma vez a nossa história com Deus. Como tem sido o seu relacionamento com Deus? Essa é uma pergunta difícil. Sempre achamos que estamos bem... talvez não tão bem quanto poderíamos, mas certamente melhor que muita gente... o problema é que a questão não é nos compararmos a outros, mas a Deus e a sua palavra. Sendo assim, acredito que não estejamos tão bem assim, hein? Você tem realmente buscado uma história com Deus? Uma história de crescimento? De compromisso? De negar-se a sí mesmo? De vender tudo o que tem e dar aos pobres? Nosso relacionamento com Deus não é perfeito, mas deve estar sempre caminhando para tal, usando um exemplo do Francis Chan, inclusive já usado no blog My Precious, nosso relacionamento com Deus é estar numa escada rolante que está sempre descendo. Se ficamos parados, estamos automaticamente descendo. Temos que subir, subir sempre. Não dê a Deus do que te sobra. Do que sobra do seu tempo, do seu amor, da sua dedicação. Dê tudo de você.
A segunda história é a sua com o seu próximo. Na maioria das vezes temos oportunidades de criar relacionamentos com pessoas que não crêem em Deus, no trabalho, facul, escola, academia, etc. Devemos nos relacionar com essas pessoas e não nos isolarmos. Olhe pra Jesus e como ele estava próximo a tanta gente que era excluída por todos. Ele os amava e por isso se relacionava com eles, mesmo discordando de suas posturas. Com uma grande ligação com Deus pai, ele influenciava aqueles com quem se relacionava na terra. Temos que nos espelhar em Jesus, vivermos ligados em Deus, e viver com nossos colegas, a quem devemos amar e construir relacionamentos. Com o tempo ganhamos o direito de sermos ouvidos, nossa opinião ganha respeito, mesmo que não concordem com ela (afinal respeitamos a deles e as ouvimos de coração aberto, mesmo discordando também). As pessoas seguem pessoas antes de seguirem opiniões.
A terceira é a história de Deus com esse seu colega/amigo/parente em fim com seu próximo. A sua ligação com Deus e a sua ligação com ele possibilita um link entre ele e Deus. Basta apresentá-lo, e o Link está disponível. Então o Espírito de Deus tem a total liberdade de agir e atuar na vida de mais um filho. E assim novas pessoas são adicionadas ao seu reino.
Tá, mas talvez o que você questione assim como eu é, "Mas essa parte de apresentar, como isso funciona exatamente? Quer dizer e se ele não aceitar, ou o que devo falar?" Essas e outras questões trabalho amanhã... onde vou falar sobre obter pemissão.
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