quarta-feira, 18 de maio de 2011

Lógica, evangelho e razão. Pt1

Ultimamente tenho visto muito material na internet a respeito do ateísmo, da racionalização, evolucionismo, etc. E isso me fez refletir bastante sobre muitos questionamentos que são feitos sobre a fé Cristã, a razão, as origens, a lógica, dentre outros. Tenho visto muitos materiais que incentivam o ateísmo e por vezes até ridiculariza o cristianismo, e cansei de não me posicionar a esse respeito no campo da internet. Não vou desrespeitar em momento algum o ateu ou qualquer pessoa que pense diferente de mim, mas quero questionar sim os fundamentos e razões de suas respectivas crenças (inclusive a crença de que não há Deus). Imagino que esse tema é bastante longo e por isso não sei quantos posts vou levar escrevendo sobre o assunto, mas acho que vale a pena usar um pouco do seu tempo para realmente avaliar essas questões.

O último video que vi a respeito do tema foi uma discução entre o Dr. Willian L. Craig e Dr. Peter Atkins: http://www.youtube.com/watch?v=JaE_Q8L9mQc&feature=related é extenso, mas pra quem quiser ver o link da primeira parte está aí, e as demais partes se encontram na barra lateral do youtube.

Bom, já que dividirei essas questões de lógica, razão, fé e o evangelho em si em partes vou me ater a alguma pergunta ou algum tema específico em cada post e nesse primeiro post queria me ater a uma questão que se apresenta frequentemente e de diversas formas, mas em suma é:
"Se Deus existe e ele é bom, porque não leva a todos para o céu?" Essa pergunta vem sido feita de diversas maneiras, uns questionam o fato de Jesus ter feito milagres para as pessoas crerem na época e não fazer mais hoje em dia, outros questionam porque Jesus não se mostra de forma irrefutável, inegável, mas no fim a questão é sempre: se Deus quer que creiamos nele, porque não é mais explícito?

Se reparar essas minúcias que diferenciam as perguntas trazem a tona necessidade de diversas respostas, mas a todas elas eu precisaria começar com uma palavra AMOR, por Deus nos amar ele nos criou com livre arbítreo, assim poderíamos escolher responder a esse amor ou não. A todos é dado esse direito, se fosse absolutamente inegável a existência de Deus, através da mais pura lógica, então acabaríamos perdendo o livre arbítreo de crer e de responder a Ele, afinal, ninguém teria como discutir e acabaríamos meio que obrigados a seguí-lo. Quanto aos milagres, existem dois pontos a serem colocados, primeiro que por mais milagres que se faça, só crê quem quer, sempre existirão céticos, tanto na época de Jesus quanto hoje. A segunda questão é, quem disse que não são feito milagres hoje em dia? Já tive a oportunidade de presenciar alguns, inclusive em minha própria vida, mas tal qual na época de Jesus, não são chamados de milagres a toa, não são comuns, não acontecem com todos e com muita frequência, mas nem por isso deixam de existir. Por fim quanto a levar a todos para o céu existem duas coisas a serem questionadas, primeiro Deus é bom, mas também é Justo. Portanto não dá pra levar pro céu quem não merece, ok, mas quem merece e quem não? Todos que pecarem não merecem! E infelizmente pra raça humana, "todos pecaram, e carecem da glória de Deus". Ou seja todos deveriam ir para o inferno, exceto um homem, Jesus. Ele que é o próprio Deus que se encarnou nunca pecou e ainda assim sofreu a consequência do pecado (a morte) em nosso lugar, logo ele abriu novamente a possibilidade de pessoas irem pro céu! Mas quem? Todos que admitirem que por si só não merecem, mas dependem de Jesus para serem resgatados e levados para uma nova vida com Deus. A outra coisa que deve ser pensada é o que é o Céu e o Inferno. Muitos acham Deus mau, por não levar todos para uma vida eterna no céu, mas qual é, se você não deseja passar 80~100 anos de vida terrena sob o domínio de Deus porque iria querer passar a eternidade toda com ele? Não faz sentido, exceto por querer escapar do inferno talvez... Mas pra Deus vida é muito mais do que simplesmente se livrar de uma "punição".

Espero ter esclarecido um pouco essas coisas, e num próximo post discuto outras questões constantemente abordadas...

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Intermind 2

Já fiz um post desse tipo antes, segue o slogan do blog de conectar pessoas e pensamentos, e vou compartilhar um pouco dos meus pensamentos com vocês:

- Fiquei o dia todo ontem trabalhando no projeto final de História em Quadrinhos pra ele ser negado, agora vou ficar com 0 a não ser que hoje eu consiga criar do nada uma história inteira de 16 páginas do zero, pouco provável...
- Odeio postar imagem no blog direto da internet, depois de um tempo tiram as imagens ou videos do ar e em outros casos colocam outra imagem no lugar, aí acaba aparecendo umas imagens totalmente sem noção no blog.
- To animado pro campeonato de video-game, chega logo vai, rs...
- Não vejo a hora de ver meu pai de novo, que saudade...
- Com toda essa pressão da faculdade confesso não estar muito animado pra conferência do Livres pra Adorar, mas Deus sempre surpreende!
- O problema de trabalhar com Flash é a programação, esqueço tudo...
- Porque HQ tem que estar no curso Oo, sério que que tem a ver com Design ¬¬ (não que não ajude a melhorar o desenho, mas os trabalhos são muito chatos, e o professor mais ainda)
- Trabalho de Audio Visual tá ficando muito loko, em breve compartilho ele com vocês...
- João 8 é uma pancada, chega a doer.

É isso que tá na minha cabeça ultimamente, e o que está na sua? Compartilhe, comentando...

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Campeonato de Games


Pros interessados teremos o segundo campeonato de games do Mosaico, segue o video, e aqui um link pra mais informações: http://mosaicocpv.forumeiros.com/t59-2-campeonato-de-video-game-do-mosaico#239

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Relacionamento

Ok, não tenho muita propriedade pro assunto de relacionamentos amorosos, devido a minha escassa experiência, mas acredito que tudo o que precisamos saber a respeito disso é bem claro na Bíblia e na pessoa de Jesus, o objetivo de relacionamentos amorosos não é sermos felizes, pasmem! Mas não é! É levarmos a outra pessoa a se tornar cada vez mais parecida com Jesus, e esse incrível vídeo do onetimeblind revela muito bem isso (uma pena que ainda não tem legenda), mas caso não entenda nada de inglês pra não ficar perdido o resumo é mais ou menos esse: Falam bem do dia do casamento e da lua de mel, mas quando passam a viver juntos tudo muda, reclamam e brigam um com o outro e no fim fazem as pazes declarando que "objetivo de relacionamentos amorosos não é sermos felizes, mas levarmos a outra pessoa a se tornar cada vez mais parecida com Jesus". Espero que curtam tanto quanto eu.

Obs: por não ser do youtube não pude por direto aqui pra verem, mas o link está aí é só copiá-lo na barra e assistir... www.skitguys.com/videos/item/marriage-promise/

quinta-feira, 24 de março de 2011

Sua aura está comigo

A muito tempo existiu um homem com o qual eu caminhei...
No dia em que nos conhecemos eu não tinha nada, além da rejeição
Mas ele nem se importou e me disse para segui-lo, ser seu aluno, seu discípulo.
Mal podia acreditar que alguém me queria por perto, que alguém se importava
Não podia crer que seria ensinado, instruído, acolhido, amado.
E cada dia que eu passava ao seu lado era ainda mais cativante
Observava atentamente cada uma de suas atitudes
Anotava exatamente cada uma de suas palavras
Pensava longamente em cada um dos seus pensamentos
E me acalmava totalmente em cada um de seus sorrisos.
Não fui o único a ser chamado, chamou outros para segui-lo
Mas não tinha ciúme algum, pois todo o tempo que eu precisava, ele me dava.
Era inebriante ficar em sua presença, mesmo quando tudo que se ouvia era o seu silêncio.
Ah e que silêncio, não como o do medo ou como o da ansiedade, mas coberto de paz e felicidade.
Me lembro exatamente daquele dia em que disse que eu já não era mais somente seu aluno.
Mas seu grande amigo! Puxa, ouvir isso mudou toda a minha vida.
Não havia nada que se comparasse a nossos momentos.
Também me lembro como se fosse ontem do dia em que ele se entregou.
Ele amava demais a todos e ainda mais a cada um, não podia vê-los sofrer.
E que outra escolha de amor havia, se não a de se entregar?
Todos já estavam condenados não havia volta, exceto se um justo pagasse pela dívida.
Só havia ele... e foi essa a decisão que tomou... e morreu...
A dor pesava, a tristeza crescia e a morte ria em voz alta. Tudo era trevas.
Pensei em voltar pra onde eu estava, sabe, antes dele me encontrar.
Até fui as areias onde pisei antes de toda a vida começar, na esperança de que a rotina cobrisse o vazio que voltara.
Mas que esperança há, agora que ele se foi?
Mas acima de tudo lembro-me de um terceiro dia, quando o vi novamente.
É estou te dizendo, foi exatamente assim, ele apareceu de novo, ele estava lá, estava vivo!
A morte gritou de agonia, e tudo era claro como o sol. O vazio se fora e a vida voltara pra sempre.
Pouco tempo depois ele me disse que teria de ir, estava preparando uma surpresa pra mim, mas disse para que eu não tivesse medo, pois ele sempre estaria comigo.
No momento eu não entendi muito bem, mas hoje eu entendo.
Uns dizem que ele se foi, e nunca mais o viram.
Mas eu digo que ele não se foi, nos vemos todos os dias.
Sua aura está comigo...


By Yuri Costa

Inspirado na somatória da minha semana com Deus, do livro "Deus esquecido", e do filme "Pokemon o filme 8: Lucario e o mistério de Mew" que deu a deixa final que me motivou a escrever...

domingo, 12 de dezembro de 2010

A Viagem (Só de ida) do Peregrino da Alvorada

Como disse em meu post anterior, assisti o filme "As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada", e agora venho a publicar a minha crítica sobre o filme, gostaria de começar dizendo que sou um grande fã de As Crônicas de Nárnia, Tenho, lí e gostei de todos os livros e também assisti e gostei (apesar das alterações em minha opinião desnecessárias em Principe Caspian) dos filmes anteriores. Além disto, a Viagem do Peregrino da Alvorada é minha crônica preferida. Também preciso ressaltar que já lí algumas críticas e fãs comentando criticas dizendo que muitos tem falado mal, mas sem apresentar argumentos significantes ou sem conhecer realmente a obra (o que posso até concordar), por isso gostaria de pedir que você que é fã tenha um pouco de paciência pra ler todos os argumentos e a conclusão desta crítica e realmente julgar se são ou não coerentes, lendo de forma desarmada, sem querer defender o filme apenas por ser uma crônica de Nárnia e por amá-la por isso (assim como eu). Dito tudo isso vamos a crítica em sí:

Primeiro preciso criticar o filme como filme em sí, sem me ater ao fato (que considero mais importante) da comparação com o livro e com o que a crônica original é e quer passar. Mas ao contrário de muitas críticas vou mostrar e dividir exatamente meus critérios. Acredito que 5 coisas sejam fundamentais em um filme como esse: Trilha e efeitos sonoros; Atuação; Roteiro; Efeitos especiais e Cenário (+ fotografia). Pois então vamos a cada um deles:

Trilha e efeitos sonoros: Nada a reclamar dos efeitos sonoros do filme, até porque dificilmente este é um ponto crítico em qualquer filme, já a trilha sonora infelizmente decai muito perto do nivel dos anteriores, o compositor dos filmes anteriores é Harry Gregson Williams e fez um trabalho tão bom que ainda deixou sua marca com a música que timidamente acabou se tornando tema de Nárnia. O novo compositor, David Arnold, não conseguiu manter o mesmo nível, fazendo músicas que não dão nem de perto o mesmo clima épico dos predecessores.

Atuação: Este é um dos pontos que mais salva o filme, já que apesar das falas escolhidas pelo roteirista os atores mandam bem, especialmente Will Pouter que é o Eustáquio perfeito, bem pelo menos dentro do roteiro inventado sob a aprovação do diretor, Michael Apted. Skandar Keynes (Edmundo), Ben Barnes (Caspian) e Georgie Henley (Lucia) também mandam bem em seus respectivos papéis, sendo convincentes e por vezes até comoventes.

Roteiro: Não vou me ater as adaptações ainda, vou apenas analisar a escolha das falas durante o filme neste tópico, e cá entre nós, foi quase cômica. Tem muitas falas horríveis (obs, assisti o filme dublado pq só tinha esse aqui em Valinhos, mas devo assistir legendado ainda, o que acho que ajudaria um pouco no filme), coisas como: "Estou aqui, venha me comer!" Dito por Edmundo à serpente marinha se repetem muitas vezes pelo filme, sem se darem conta do quão óbvias e toscas são. Por outro lado as narrações do diário de Eustáquio são excelentes e engrassadíssimas, mas não são suficiente para salvar o filme.

Efeitos especiais: Os efeitos até que são interessantes, pra começar o navio foi filmado sem tocar uma vez se quer na água, e em tempo algum do filme você duvida que ele esteja de fato navegando. Outros efeitos são aplicados durante todo o filme e em geral são muito bonitos, o maior de todos eles é o Dragão e a serpente marinha, a serpente ficou excelente, já o dragão convence melhor quando de longe, pois em plano detalhe sofre um pouco com as expressões faciais dúbias, o que admito ser um problema dificílimo de ser resolvido, de qualquer forma não chega a ser um ponto que puxe o filme pra baixo.

Cenários e fotografia: Sem dúvida o pior Nárnia com relação a isso, devem ter economizado pra caramba com cenário. O Peregrino é um dos poucos cenários que realmente convencem. Os demais são fracos em detalhes e dão uma dimensão super restrita, o que deveria ser exatamente o oposto, visto que são ilhas na maioria grandes (ou deveriam ser) no meio de um enorme oceano. Infelizmente se comparado a beleza e riqueza dos cenários e da fotografia dos filmes anteriores fica nítido o que estou dizendo.

Pois é, em resumo comparando este filme em termos técnicos aos anteriores, ele é o mais fraco até então. Mas isso não é o que realmente considero que derrubou e me decepcionou quanto a esse filme, mas sim as adaptações feitas no mesmo, e agora sigo a relatar quanto a isso:

Se você viu e achou as leves alterações de Principe Caspian desnecessárias não acreditaria no que houve com esse filme. Fui assistí-lo com muitos amigos (fora de brincadeira 90% da sala de cinema eram amigos meus). Tinham pessoas que nunca leram o livro, pessoas que já, pessoas que viram os outros filmes e que não, e todos acharam essa história das sete espadas super confusa. Isso pra não falar na tal da fumaça verde e em como dão ênfase na cena do Coriakin dizendo sobre o grande mal que poderia dominar o mundo e na prática tudo parece muito diluído, de forma a tornar a situação incoerente. Sobretudo, procurei saber se Michael Apted acredita realmente em Aslan (Jesus) em nosso mundo, mas não encontrei nenhuma informação a esse respeito, porém devido as opções que ele fez no filme arrisco dizer que ele não acredita ou não entende bem o que de fato é o cristianismo e as mensagens que Lewis queria passar com a crônica. Isto porque durante o filme como um todo a proposta apresentada por Apted é de que os personagens se aprimoram e se transformam a partir de seus próprios esforços, vamos aos exemplos: Eustáquio ao virar dragão se torna bom, mesmo antes de ter um encontro significativo com Aslan, de fato no livro ele se entristece muito quando na forma de dragão, e até ajuda a arranjar um mastro novo pro navio (no livro, já que no filme num tem porque arranjar mastro novo visto que a serpente marinha nem apareceu até esse momento), mas só se transforma realmente o caráter depois que Aslan o transforma novamente em menino, já no filme enfatizam meio como se o castigo de ter virado dragão foi o que o fez mudar. Outro exemplo é Caspian no final admitindo por conta própria que deve voltar para guiar seu povo, como rei, sendo que no livro pra tomar tal decisão ele precisa escutar uma "burduada" de Aslan primeiro, dentre outros exemplos. Já a proposta da espiritualidade cristã é justamente o contrário, é dizer que por mais que tentemos ser bons não conseguimos ser o suficiente, apenas Jesus/Aslan é que foi capaz de fazer isso por nós. Outra coisa que me faz questionar se Apted realmente acredita que o outro nome pelo qual Aslan é conhecido em nosso mundo seja Jesus, é que ele omite coisas que explicitam isso como a figura do cordeiro na praia assando peixes (imagem idêntica a descrita em João 21), ou quando ele diz que para chegar ao país de aslan em nosso mundo é preciso atravessar um rio, mas não temam pois Ele é o grande construtor da ponte, fazendo menção a Cruz.

A ordem das ilhas é completamente diferente. Não existe essa história de sete espadas ou fumaça verde, o objetivo do livro era reencontrar os sete lordes perdidos e buscar aventuras rumo ao extremo oriente onde talvez chegassem ao país de Aslan no fim do mundo. O cerne do livro está na busca pela intimidade de Aslan, em o quanto estamos dispostos a avançar em direção a Ele, e é revelado isso na figura de Ripchip. Que por várias vezes diz que o que mais quer é chegar até o país de Aslan. Outra coisa péssima é que rancaram diálogos importantíssimos do filme, o único que se manteve foi uma parte do último, quando Aslan diz que é conhecido por outro nome. Mas tiram a declaração de Ripchip, sobre o quanto está disposto a avançar em direção ao leste, tiram o de Aslan com Lúcia que revela que ele está sempre por perto, tiram o de Aslan com Caspian até porque o Caspian do filme nem precisa do Aslan pra tomar as decisões certas, tiram boa parte da cena de Aslan com o Dragão e tiram boa parte do diálogo final com Aslan, em resumo no filme Aslan é quase mudo. O que é inconcebível visto que Ele deveria ser o personagem central das crônicas. Isto tudo me deixou muito frustrado em relação ao filme.

Conclusões: Em matéria de filme mesmo, é o pior dos três, tendo uma trilha sonora pior, diálogos piores e tendo um enredo confuso. Quanto a proximidade com a crônica original, é o menos fiel, cortando os diálogos mais importantes pra comparações cristãs. Portanto gostaria de ver a Cadeira de Prata indo ao cinema sim, mas com Andrew Adamson (diretor dos 2 primeiros filmes) novamente, se for pra ter outro filme como esse prefiro que nem seja feito. Fiquei muito decepcionado com o resultado final, e olha que como li muitas notícias antes do filme minhas expectativas já eram baixas e nem assim foram supridas. Em um próximo post vou fazer a relação de parte por parte do filme comparando ao livro, pois ainda tem muito a ser dito quanto a isso, mas sinto que já me estendi demais nesse post. Assista se você quiser, mas em hipótese alguma deixe de ler essa crônica caso não se interesse muito por este filme. Por fim aos fãs, principalmente do mundo Nárnia, sou da opinião que este filme não deve ser incentivado, não deveríamos passar a mão na cabeça de algo assim, este filme não está de acordo com o que C.S.Lewis queria passar com sua Crônica, e portanto acho que como verdadeiros fãs deveríamos é nos posicionar contra tal atitude pra ver se conseguíamos ter um filme digno dos dois primeiros, pelo menos no que tange a realmente fazer uma relação com o Cristianismo.